PSICANÁLISE COM CRIANÇAS E BEBÊS

Desde seu nascimento, o bebê já tem presentes suas pulsões sexuais. O mamar é o início da sexualidade do bebê. Nessa ocasião, a sexualidade da mãe vai ser decisiva no processo. Ela vai passar, por meio de sua castração, o gozo fálico para a criança.

Quinzenais, às quartas-feiras, das 17h00 às 18h00

Av. Eng. Domingos Ferreira, 2160/1008 - Boa Viagem - Recife - PE

Luíza Bradley Araújo(81 99242-2535)

A FUNÇÃO PATERNA NA CLÍNICA PSICANALÍTICA CONTEMPORÂNEA

A interrogação “O que é um pai?”, colocada no centro da experiência analítica, foi considerada por Lacan (1957) como eternamente não resolvida. Para pensar essa indagação, estamos retomando o percurso lacaniano do desenvolvimento do conceito de função paterna, a partir da noção inicial de metáfora até as elaborações posteriores que culminaram, em seus últimos avanços, com a problemática da nominação do Nome-do-Pai, qualificado então como O Nome de Nome de Nome.

Quinzenais, na 2ª e 4ª quarta-feira de cada mês, das 19h00 às 20h30

Rua das Pernambucanas, 282, Sala 201, Graças, Recife-PE

Severina Silvia Ferreira(81 99962-1342) e Maria Medeiros(81 98560-8414)

CLÍNICA PSICANALÍTICA COM BEBÊS

“Sim, já sei, vão me dizer que é muito difícil se fazer escutar quando ainda não se aprendeu a falar. Bom... depende de quão disposto (ou indisposto) estiver vosso interlocutor”. “... os bebês não são nada bobos, e que sempre, sempre mesmo, têm muito bons motivos para fazer o que fazem e reagir como reagem. E que, quando não se percebe o motivo, os que não estão entendendo são eles e não vocês”. Elsa Coriat. A clínica psicanalítica com bebês é historicamente nova, uma vez que não esteve presente nos enquadres dos clássicos freudianos. Essa clínica tem mostrado sua importância na medida em que reconhece o bebê enquanto passível de sofrimento, que por sua vez, pode atravessar dificuldades no enlaçamento primordial, e consequentemente, na constituição subjetiva. E mais do que isso, tem mostrado sua contribuição para a construção da parentalidade por parte dos seus cuidadores, pois, sabemos que há uma intensa transformação e elaboração inconsciente a partir das nossas vivências primordiais e transgeracionais, que farão desse bebê o herdeiro legítimo de uma saga familiar, simbólica e cultural. Para seu desenvolvimento integral, é fundamental a circulação do desejo entre o bebê e seus pais. Essas relações primordiais, são constituinte para as operações psíquicas se estruturarem.

Quinzenais, às segundas-feiras, das 19h00 às 21h00

Rua José de Alencar, nº 44, 12º andar, sala 125, Ed. Ambassador, Boa Vista, Recife (PE)

Anna Aline Coutinho(81 99929-6344) e Luana Cavalcanti Siqueira(81 99754-0142)

O BEBÊ E O CAMPO PULSIONAL

Um estudo atento da obra de Freud permite fisgar seu interesse pelas questões relativas ao sonoro, seu gosto marcado pelas melodias, sua sensibilidade às qualidades vocais. A melodia, mais do que outro componente musical, vem ilustrar etapas importantes da sua elaboração teórica, convocado que foi pelo valor da “melodia das pulsões”, conforme sua expressão (Freud et le sonore, E. Lecourt, 1992). Dando continuidade aos trabalhos que vêm se desenvolvendo já há alguns anos, os grupos I e II se dedicarão ao resgate dos textos freudianos para, em seguida, retomar a leitura de Lacan sobre a pulsão invocante, e agregando, ao final, seus desenvolvimentos sobre a pulsão escópica.

Quinzenais, 1ª e 3ª sexta-feira do mês (GRUPO I) e 2ª e 4ª sexta-feira do mês (GRUPO II), das 10h00 às 12h00

Rua das Pernambucanas, 282, Sala 201, Graças, Recife-PE

Severina Silvia Ferreira(81 99962-1342)

ÓDIO, VIOLÊNCIA E SILÊNCIO NO MAL-ESTAR DA CIVILIZAÇÃO

Em O mal-estar na civilização (1930), Freud reafirmava seu ponto de vista de que o ódio é anterior ao amor. A inclinação para a agressão constitui, no homem, uma disposição pulsional original e auto subsistente; é o maior impedimento à civilização. “Somos muito suficientemente uma civilização do ódio” (Lacan, 1953-54, p. 316). A violência, acrescenta Lacan mais tarde (1957-58), vem a ser o que há de essencial na agressão, pelo menos no plano humano. “Não é a fala, é até exatamente o contrário” (p. 471). Em sua essência, insiste Lacan, a violência distingue-se da fala, o que o leva a colocar a questão de saber em que medida a violência pode ser recalcada. Em tempos em que o ódio e a violência notabilizam-se como paixões do ser, a responsabilidade do analista, em sua prática, não pode desprezar a subjetividade de sua época “na dialética que o compromete com tantas vidas em um movimento simbólico” (Lacan, 1953, citado por Rinaldi, 2018, p. 40).

Quinzenais, às quartas-feiras, das 19h30 às 21h30

Rua das Pernambucanas, 282, Sala 201, Graças, Recife-PE

Severina Silvia Ferreira(81 99962-1342)