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Programação anual

Confira abaixo toda a programação deste ano e dos anos anteriores:
 
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2016:

 
1. Grupo do Estudo sobre “Clínica Psicanalítica com Bebês”
 
Objetivo: Trabalhar questões relacionadas ao desenvolvimento integral da criança, iniciando com o tema “Amamentação e Desmame”.
 
Bibliografia inicial: Do desmame ao sujeito, de Telma Queiroz.
 
Horário: Segundas e quartas segundas-feiras do mês, de 18 às 20 horas.
 
Local: Rua José de Alencar, nº 44, 12º andar, sala 125, Ed. Ambassador, Boa Vista, Recife (PE).
 
Coordenação: Anna Aline Coutinho e Luana Cavalcanti Siqueira.
 

2. Grupos de Estudo e Pesquisa “O bebê e o campo pulsional”
 
Objetivo: Estudar e pesquisar a teoria das pulsões elaborada por S. Freud e desenvolvida por J. Lacan, tendo como meta apreender como se dá o enlaçamento pulsional em sua intrincada rede de objetos pulsionais e de que modo o registro da pulsão vai determinar a constituição do sujeito ou indicar tropeços nessa construção. Neste ano, os grupos continuarão a se dedicar particularmente ao estudo da voz, tomada tanto como objeto da pulsão como objeto a, e levando em consideração a sua função não apenas no tocante à constituição do sujeito (objetivo epistemológico), mas também no que diz respeito à clínica psicanalítica.
 
Grupo de estudo e pesquisa I: dará continuidade à leitura do livro de Jean-Michel Vivès, A voz na clínica psicanalítica (Rio de Janeiro: Contra Capa, 2012) e paralelamente percorrerá os textos psicanalíticos e de outros campos do saber mencionados no texto de origem.
 
Grupo de estudo e pesquisa II: dará continuidade à leitura do artigo de Erik Porge, “As vozes, a voz” (In A voz na psicanálise – suas incidências na constituição do sujeito, na clínica e na cultura. M.Eugênio Maliska (org). Curitiba: Juruá, 2015, p. 21-45).
 
Horário: grupo I – primeiras e terceiras segundas-feiras do mês, de 10 às 12 horas; grupo II – segundas e quartas sextas-feiras do mês, no mesmo horário – secretária: Maria José Medeiros (psicmedeiros@hotmail.com).
 
Local: Rua das Pernambucanas, 282, sala 201, Graças, Recife (PE). Fone 81-3221-5928.
 
Coordenação: Severina Sílvia Ferreira
 

3. Grupo de estudo “A pulsão invocante, a voz”
 
Objetivo: estudo preparatório para o Seminário “A voz e suas incidências na constituição subjetiva e na clínica psicanalítica”, a ser realizado nos dias 01 e 02 de setembro de 2016, na Fafire (Recife-PE).
 
Bibliografia: Textos de Ivan Correa, Jean-Michel Vivès, Ângela Vorcaro, Maurício Maliska e outros.
 
Horário: às quartas- feiras, das 17 às 18 horas, quinzenalmente.
 
Local: Av Domingos Ferreira 2160/1008, Boa Viagem, fone 81-99242-2535.
 
Coordenação: Luiza Bradley Araújo
 

4. Grupo de estudo sobre “A função paterna na clínica psicanalítica contemporânea – a arte em favor do sujeito”
 
Argumento: A interrogação “O que é o pai?”, colocada no centro da experiência analítica, foi considerada por Lacan (1957) como eternamente não-resolvida. Para tentar responder essa questão, Lacan não se apoiou num dado de realidade ou de sentido, mas situou o pai como um termo de referência. Assim, se o pai é apenas referencial, os nomes para designá-lo são os nomes de relação ao pai, ou seja, pai simbólico, pai imaginário e pai real. Logo, o pai é um nome (Nome-do-Pai) não identificado com o nome próprio do pai.
 
De outra parte, as inquietantes perguntas “acerca do enigma que o objeto de arte indica e vela de nosso ser e do gozo” (I.Vegh, 1988) nos levam a pensar numa possível articulação entre arte e psicanálise (objeto de arte e objeto da psicanálise). Assim, o que da arte de um Artur Bispo do Rosário, por exemplo, reserva ao homem uma cota de gozo que justifica sua existência?
 
Objetivo: Para pensar a indagação sobre “O que é o pai?” tentaremos retomar o percurso lacaniano do desenvolvimento do conceito de função paterna, a partir da noção inicial de metáfora até os desenvolvimentos posteriores que culminaram em seus últimos avanços com a problemática da nominação do Nome-do-pai, qualificado então como O Nome de Nome de Nome.
 
Além disso, buscaremos na arte (poesia, literatura, música, cinema e quadros que guardam o mistério de um interesse humano por excelência) respostas possíveis do sujeito (autores, leitores, músicos, poetas, artistas) para a questão que os instiga: “O que é o pai?”.
 
Horário: quinzenalmente, às segundas e quartas quartas-feiras, no horário das 19 às 20:30 horas.
 
Início: 22.06.16.
 
Local: Rua das Pernambucanas, 282, sala 201, Graças, Recife (PE). Fone 3221-5928.
 
Coordenação: Severina Sílvia Ferreira, Anna Aline Coutinho (anna.alines@hotmail.com) e Maria Medeiros (psicmedeiros@hotmail.com)
 

5. Seminários Teórico-Clínicos sobre Autismo e Psicose
 
Argumento: A presença cada vez mais frequente de casos de autismo justifica por si só a organização de um Seminário para apresentação e discussão de questões que essa problemática aponta, tais como: a que se deve a incidência maior de casos de autismo? Trata-se de um excesso de diagnósticos? Qual a origem desse excesso? A eliminação da categoria psicose infantil dos sistemas de classificação diagnóstica estaria contribuindo para a elevação de casos de autismo, já que “tudo agora é autismo”? Quais as diferenças entre um quadro de autismo e um quadro de psicose?
 
Além dessas questões, o enigma que o autismo ainda representa levanta a necessidade de um estudo criterioso sobre o seu desenvolvimento e modos de tratamento. Outro campo de trabalho está reservado à identificação em tempo de sinais clínicos de risco de autismo e à intervenção psicanalítica precoce.
 
Objetivo: os seminários abordarão, numa perspectiva teórico-clínica, estudos e pesquisas que vêm sendo realizadas no país e em outros países sobre autismo e psicose, contemplando também a função dos pais e da família no tratamento da criança e do adolescente autista.
 
Horário: último sábado dos meses de agosto, setembro, outubro e novembro de 2016, às 10 horas.
 
Início: 25.03.2017
 
Local: CECOMFIRE – Rua José Osório, 124, Madalena, Recife-PE.
 
Coordenação: Severina Sílvia Ferreira, Luana Cavalcanti Siqueira (luanacrb@yahoo.com.br) e Luíza Bradley.
 
Secretária: Luana Cavalcanti Siqueira (luanacrb@yahoo.com.br)
 
6. Grupo de Trabalho “A medicalização da infância e adolescência”
 
Argumento: Pesquisadores de diversas áreas das ciências humanas têm identificado o estágio atual da sociedade como a era biológica (ROSE, 2001, apud MORAES, 2012) ou a era dos transtornos (COLLARES, 2010 apud MORAES, 2012). Essas nomeações resultam da observação das inúmeras descrições patológicas destinadas a identificar e diagnosticar o comportamento, com destaque para os aspectos bioquímicos que supostamente estariam aí implicados (MORAES, 2012). Todos somos situados, queiramos ou não, em alguma categoria diagnóstica que um manual de classificação de doenças mentais como o DSM-5 (APA, 2014), por exemplo, contraditoriamente conhecido como a “Bíblia da Saúde Mental”, aponta para cada um. No entanto, as principais vítimas da era dos transtornos tem sido crianças e adolescentes, como mostra o crescimento contínuo e assustador de doenças mentais diagnosticadas nessa população, destacando-se o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Esse panorama é representativo de um campo discursivo mais amplo denominado “medicalização” (ILLICH, 1975; FOUCAULT, 1988; CONRAD, 1992; ROSE, 2001; VICENTINI, 2010; apud MORAES, 2012), composto por diversas instituições como psiquiatria, indústrias farmacêuticas, escolas, família, leis, associações de portadores do transtorno, mídias não especializadas, etc. (MORAES, 2012).
 
Objetivo: O objetivo do GT é pensar, debater e construir textos em torno dos seguintes eixos de estudo:
 
a) A formação discursiva chamada “medicalização” e seus efeitos.
 
b) A tendência à superavaliação e os excessos de medicação e medicalização para a criança e sua família.
 
c) A história da criança e o desaparecimento da infância. Distinção entre as noções de “infância” e “infantil”.
 
d) A criança e o sintoma dos pais. A criança como sintoma do social.
 
e) A questão do brincar. A inclusão e exclusão do ser na sociedade.
 
f) A criança e o mercado. Da economia pulsional à economia de mercado.
 
g) Medicalização e TDAH.
 
h) Escola e medicalização.
 
i) A medicalização e a clínica psicanalítica.
 
Horário: segundas e quartas sextas-feiras do mês, de 19 às 21 horas.
 
Local: Rua das Pernambucanas, 282, sala 201, Graças, Recife (PE).
 
Coordenação: Severina Sílvia Ferreira e Bruno Santana (bruno2santana@yahoo.com.br)
 
Secretária: Luana Cavalcanti Siqueira (luanacrb@yahoo.com.br)
 
Obs.: GT vinculado à Rede Estadual Primeira Infância de Pernambuco – REPI-PE.
 
7. Ciclo de Estudos: A voz na constituição subjetiva e na clínica psicanalítica
 
Conferência de abertura:
 
Conferencista: Maurício Eugênio Maliska, psicanalista …
 
Mesas-redondas: com a participação de integrantes dos Grupos de Estudo e Pesquisa “O bebê e o campo pulsional” I e II. Os trabalhos serão debatidos com a participação de Mauricio Eugênio  
Maliska, psicanalista.
 
Datas: 02 e 03.09.16.
 
Local: FAFIRE

 
8. PREAUT Brasil – Clínica e Pesquisa em Interação e Comunicação na Infância
 
Com uma nova nominação (Preaut Brasil – Clínica e Pesquisa em Interação e Comunicação na Infância), o Projeto de Pesquisa Preaut abre um leque para questões mais amplas que o autismo propriamente dito, contemplando questões que dizem respeito ao sofrimento psíquico do bebê em geral, sofrimento não necessariamente associado ao risco de desenvolvimento autístico, mas a problemas de interação e comunicação pais-bebês na primeira infância. As reuniões científicas das segundas-feiras já se tornaram uma tradição no CISAM/UPE e contam com o apoio adicional de Dra. Fátima Moreira Sales (pediatra) e Ivaneide Izidio de Morais (enfermeira). A coordenação do Núcleo Recife (PE) permanece a cargo de Severina Sílvia Ferreira (psicanalista), Eunice F. L. Oliveira (neonatologista) e Luíza Bradley Araújo (psicanalista). Para outras informações, v. página “Enlaces”, item Preaut Brasil.
 
Atividades desenvolvidas em 2015/2016:
 
Filme: Exibição do documentário “O silêncio que fala”, produzido pelo Movimento Psicanálise, Autismo e Saúde Pública-MPASP.
 
Debatedor: Severina Sílvia Ferreira
 
Data: 10.08.15.
 
 
Seminário: Indicadores Clínicos de Risco do Desenvolvimento Infantil – I.R.D.I.
 
Apresentação: Severina Sílvia Ferreira
 
Datas: 17.08.15, 24.08.15 e 14.09.15.
 
 
Filme: Exibição da película “Bebês e crianças pequenas entre si”, do Instituto Pikler (Budapeste).
 
Debatedora: Luíza Bradley Araújo.
 
Data: 19.10.15
 
 
Filme: Exibição da película “Movimentar-se livremente”, do Instituto Pikler (Budapeste).
 
Debatedora: Luíza Bradley Araújo.
 
Data: 26.10.15.
 
 
Discussão do Pré-projeto para o Curso de Formação para Agentes de Desenvolvimento Infantil (ADIs) das creches da Prefeitura da Cidade do Recife: “Ações inclusivas na Educação Infantil: do olhar ao cuidar da criança”.
 
Autores e debatedores: pesquisadores do Preaut
 
Data: 19 e 26.10.15.
 
 
Curso de Formação para Agentes do Desenvolvimento Infantil (ADIs) de Creches da Prefeitura da Cidade do Recife, “Ações inclusivas na Educação Infantil: do olhar ao cuidar da criança”.
 
Formadores: pesquisadores do Preaut.
 
Local: Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Educadores da Cidade do Recife Prof. Paulo Freire/EFAER, Recife (PE)
 
Período: 09 a 12.11.15
 
 
Filme: Exibição da película “A céu aberto”
 
Debatedoras: Maria José Maquiné Celestino e Mariel Rocha Lyra
 
Data: 04.12.15
 
Local: FAFIRE (Recife-PE)
 
 
Seminários em comemoração ao Dia Mundial de Conscientização sobre Autismo sob o título “Autismo: como fazer detecção precoce?”
 
Ministrantes: Anna Aline Coutinho, Joana Bandeira de Melo, Luana Cavalcanti Siqueira, Luíza Bradley Araújo e Maria José Maquiné Celestino.
 
Datas: 01.04.16, 04.04.16 e 15.04.16
 
Locais: CISAM/UPE e FAFIRE.
 
 
Seminário: Apontamentos sobre o livro “Os bebês e suas mães”, de Donaldo Winnicott.
 
Apresentação: Edigleisson Alcântara
 
Data: 09.05.16.
 
Seminário: “Caso Lena: um notável retraimento relacional”.
 
Apresentação: Maria José Maquiné Celestino
 
Data: 16.05.16
 
 
Plano de trabalho para junho/dezembro de 2016:
 
Estudo e pesquisa sobre microcefalia. Aplicação dos marcadores IRDI às crianças incluídas na pesquisa Preaut e àquelas vítimas de microcefalia.